Bom dia, pessoal!

Atendendo ao gentil convite da equipe do portal Lumos Jurídico, resolvi ingressar na empreitada de periodicamente colocar no papel (melhor dizendo, no site) algumas das loucuras que perpassam a minha cabeça. Para isso, nada melhor que a conectividade gerada pela internet, local maior do ode simultâneo ao livre pensamento, debate e liberdade, desde que com responsabilidade.

Para fugir da ortodoxia que permeia a maior parte dos círculos de conversa nos quais o direito é o objeto principal (seja enquanto tecnologia ou saber científico, mas principalmente na primeira modalidade), resolvi agregar-me completamente à proposta do site e apresentar algumas ideias sobre direito & arte. Dentro de “arte”, leia-se: cinema/filmes, séries, livros, contos, música, teatro e/ou qualquer outro meio utilizado pela humanidade para representar os sentimentos que assolam o íntimo da psiquê.

A partir da próxima sexta-feira, iniciarei a rotina de agregar ao portal ao menos uma vez por semana (possa ser que num período inspirado – para não dizer ocioso – eu consiga aumentar esse ritmo) conteúdos jurídicos inspirados numa contextualização feita a partir de interlocuções entre o direito e a arte. Esse tipo de atividade nos permitirá traçar um diálogo crítico maior com a ciência e a tecnologia jurídicas, as quais, infelizmente, vêm se mostrando insuficientes para resolver diversos dos dilemas sociais brasileiros (será que é mesmo papel delas fazer isso?).

Sejam, portanto, muito bem-vindos a esse nosso espaço. Fiquem à vontade para apresentar as suas considerações críticas sobre toda e qualquer postagem ou ideia aqui lançada. Como dito, essa é a casa da não-ortodoxia!

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