Todas as pessoas geralmente se afeiçoam com a carreira proporcionada por concursos, devido a estabilidade, benefícios, questões previdenciárias. E quando sai o edital de um concurso para um órgão como o Poder Judiciário, nas opções de cargos geralmente se encontram funções de técnico (que não requer formação superior) e de analista. Então surge a famosa dúvida: o que exatamente faz um analista no Poder Judiciário?

Para ser um analista do Poder Judiciário, faz-se necessária a formação em curso superior e o registro de classe do seu curso de formação, para as áreas de apoio especializado, como ocorre com os cursos de Medicina, Psicologia, Ciências Contábeis, etc. Já o analista judiciário na área jurídica, necessita ser bacharel em Direito.

Entenda a seguir as funções desempenhadas por cada área

Analista Judiciário – Área Administrativa:

Requisitos: Possuir nível superior.

Funções desempenhadas:

  • Atividades de execução qualificada sob supervisão e orientação, envolvimento funções de contabilidade, finanças e auditorias públicas;
  • Contar em todos os efeitos, antes das sentenças e despachos definitivos, mediante ordens do Juiz os emolumentos e as custas;
  • Proceder à contagem do principal e dos juros nas ações referentes a dívidas em quantias certas e nos cálculos aritméticos que se fizerem necessários relativamente a direitos e obrigações;
  • Fazer o cálculo para pagamento de impostos;
  • Elaborar cálculos em geral, bem como proceder à contagem de custas e preparo de recursos;
  • Elaborar e efetuar laudos de avaliação;
  • Expedir certidões de atos e de documentos de sua exclusiva competência;
  • Executar outras tarefas de natureza e grau de complexidade correlatos.

Analista Judiciário – Área Jurídica:

Requisitos: Possuir graduação em Direito.

Funções desempenhadas:

  • Atividades de planejamento, organização, supervisão técnica, assessoramento, estudo, pesquisa;
  • Elaborações de certidões, pareceres, execução, conferência é redação de documentos;
  • Conferência de expediente diversos; laudos ou informações;
  • Execução de tarefas de natureza e de grau de complexidade correlatos.

Um analista pode chegar a ganhar até o entorno dos 9.000 reais, e é uma função pública, de extrema importância social, pois diretamente contribui para o encaminhamento dos procedimentos do Poder Judiciário.

A profissão é regulamentada pela Lei 11.416 de 2006, que também aborda sobre os cargos de técnico e auxiliar judiciário. A legislação estabelece as funções supracitadas, a promoção no desenvolvimento da carreira; que ocorre a cada 1 ano, mediante avaliações de produtividade. Assim, como a remuneração, o ingresso na carreira; que é por concurso público, e requisitos necessários para ocupar o cargo de analista.

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